BRASIL TEM AS MAIORES RESERVAS DE ÁGUA DO MUNDO



Por ironia do destino, pelo descaso com a natureza e para espanto dos governos, a Região do Sudeste brasileiro sofre com a maior seca de todos os tempos nos rios que abastecem de água a população que habitam nas grandes cidades.

Ironia porque o Brasil, além de possuir o Rio Amazonas, que é o maior rio do mundo não apenas pelo seu volume de água, mas também pela sua extensão que chega 6992,06 Km, possui também em seu subsolo o Aquífero Guarani, que foi o nome que, em 1996, o geólogo uruguaio Danilo Anton propôs para denominar um imenso aquífero que abrange partes dos territórios do Uruguai, Argentina, Paraguai e, principalmente, Brasil, ocupando 1 200 000 km.

Na ocasião de sua descoberta, ele chegou a ser considerado o maior do mundo: hoje, é considerado o segundo maior, capaz de abastecer a população brasileira com água potável durante 2.500 anos.

Distribuição do aquífero pelos estados brasileiros:

 Mato Grosso do Sul (213 700 km²)

 Rio Grande do Sul (157 600 km²)

 São Paulo (155 800 km²)

 Paraná (131 300 km²)

 Goiás (55 000 km²)

 Minas Gerais (51 300 km²)

 Santa Catarina (49 200 km²)

 Mato Grosso (26 400 km²).

 

A maior reserva com o dobro do volume do Aquífero Guarani, e com o maior Lençol Aquífero do Planeta, o Aquífero Alter do Chão, uma reserva de água subterrânea localizada sob os estados do Pará, Amapá e Amazonas.

 

Os aquíferos são um grupo de formações geológicas que podem armazenar uma enorme quantidade de água doce subterrânea.

O interessante com relação à descoberta destes Aquíferos é que tanto um como outro foi descoberto por acaso há décadas atrás, o Aquífero de Alter do Chão, por exemplo, foi descoberto no início da década de 60, quando a Petrobras e a CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais, empresa do Ministério de Minas e Energia), em trabalho conjunto de pesquisa, perfuraram naquela área um poço com cerca de 1.500 metros de profundidade. Até onde se sabe, não foram ali encontrados indícios da presença de minérios ou de hidrocarbonetos, mas água em abundância.

Dados iniciais revelam que sua área é de 437,5 mil quilômetros quadrados com espessura de 545 metros. Pesquisadores da Universidade Federal do Pará e da Universidade Federal do Ceará desenvolveram estudos que podem revelar que o aquífero pode ser maior que o calculado inicialmente, passando inclusive a ser maior que o Aquífero Guarani. Com 86 mil quilômetros cúbicos, o aquífero poderia ser suficiente para abastecer em aproximadamente 100 vezes a população mundial. O Alter do Chão teoricamente ocuparia uma pequena área em extensão, mas um grande volume cúbico, reservando aproximadamente 86 mil quilômetros cúbicos de água contra apenas 45 mil quilômetros cúbicos do Aquífero Guarani.

Estudos mostram que a quantidade de água do Aquífero de Alter do Chão é suficiente para abastecer toda a população do planeta por pelo menos 400 anos.

Estocagem e regularização da água – Durante o período de chuvas, os aquíferos funcionam como receptores de água. Parcela significativa das águas pluviais infiltram-se, abastecendo os aquíferos, que, em períodos de estiagem, fazem a manutenção do nível dos rios e lagos de forma lenta e interrupta.

Filtragem – Uma das grandes vantagens no aproveitamento das águas dos aquíferos é o fato de que ela, na maioria das vezes, é potáveis, não necessitando de tratamento para o consumo, fato que barateia o seu uso. Quando a água infiltra-se nas camadas inferiores da crosta terrestre, passa por diferentes materiais, que a filtram. Entretanto, os aquíferos também sofrem contaminação, quando na sua área de recarga são encontrados agentes poluidores, como lixões; quando são áreas em que ocorre intenso uso de agrotóxicos; ou em áreas grandemente urbanizadas.

O problema maior é que os governos não tem demostrado o interesse devido em pesquisas na qualidade da água e nos projetos voltados para aproveitar este grande recurso hídrico que o país dispõe. Hoje o maior manancial de água doce subterrânea do mundo.

 No caso do Aquífero de Alter do Chão, por exemplo, existem informações de pesquisadores, de que o governo paraense ainda não demonstrou interesse em custear as pesquisas, o que foi feito até agora, foi fruto de esforços de grupos de pesquisas que tem buscado patrocínio não governamental para estudar este imenso aquífero.

Quanto ao governo federal, a Agência Nacional de Águas tem uma proposta para o aproveitamento destes imensos Aquíferos em solo brasileiro, veja a proposta: A Agenda de Águas Subterrâneas da Agência Nacional de Águas, em consonância com o Programa Nacional de Águas Subterrâneas (PNAS) do Plano Nacional de Recursos Hídricos (PNRH), propõe um conjunto de ações para fortalecer a implementação da gestão integrada de recursos hídricos superficiais e subterrâneos no território brasileiro. Entre as ações específicas estão o apoio à gestão das águas subterrâneas nos estados e a ampliação do conhecimento hidrogeológico no país. Nesse sentido, a Agência Nacional de Águas (ANA) vem desenvolvendo estudos em aquíferos e sistemas aquíferos transfronteiriços, interestaduais ou situados em regiões metropolitanas. Apesar dos avanços no conhecimento hidrogeológico nacional nos últimos anos, o Brasil ainda carece de um mapa em escala nacional das áreas aflorantes dos seus aquíferos e sistemas aquíferos para subsidiar o gerenciamento de recursos hídricos. Neste trabalho, a ANA propõe uma nova ferramenta para a gestão das águas subterrâneas em território nacional, denominada Mapa das Áreas Aflorantes dos Aquíferos e Sistemas Aquíferos do Brasil, onde são destacadas as características gerais dos nossos aquíferos e sistemas aquíferos, de forma acessível aos gestores envolvidos e aos usuários que se utilizam da água subterrânea.

De toda água no planeta, 97,5% são salgadas e não servem para o consumo da população e 1,7% está sob forma de gelo. O que sobra para abastecer a humanidade é em torno de 1% de água doce. Desse pouco, 96% estão sob a forma de águas subterrâneas. Segundo alguns pesquisadores, a água subterrânea é 100 vezes mais abundante do que a água superficial.

Mais ao que parece, as autoridades dos estados brasileiros atingidos pela seca, preferem continuar a espera do milagre do dilúvio em vez de patrocinar pesquisas que colocaria a água destes Aquíferos nas torneiras das cidades brasileiras, onde a população sofre com a seca dos rios.

Fonte: Wikipédia, educacional.com.br, diariodopara.com.br e MAPA DAS ÁREAS AFLORANTES DOS AQUÍFEROS E SISTEMAS AQUÍFEROS DO BRASIL.

 

Imagens: comunidadebancodoplaneta.com.br

GUARAPARI E OS TURISTAS

                                                                                         Foto:http://www.guaraparivirtual.com.br/

Em uma cidade que tem no turismo a sua principal fonte de recursos para alavancar a economia do município, é preciso realmente tomar medidas necessárias no sentido de melhorar a imagem da cidade para que se torne uma opção para os turistas com maior poder aquisitivo para que venha a investir no comercio local, aumentando com isto a arrecadação do município. Talvez tenha sido isso que levou o prefeito de Guarapari uma cidade turística no Estado do Espírito Santo, a tomar medidas para impedir os turistas com menor poder aquisitivo de visitar o município. Leia a repercussão negativa da declaração do prefeito de Guarapari neste Link: http://www.folhavitoria.com.br/geral/noticia/2014/12/mineiros-ficam-revoltados-com-prefeito-que-quer-selecionar-turistas-em-guarapari.html

Atitudes como esta é que faz a cidade de Guarapari deixar de ser uma opção para a maioria dos turistas brasileiros, não é barrando os turistas pobres que o turismo naquela cidade vai aumentar a arrecadação do município, mais será preciso que o poder público daquele município, deixe de tomar atitudes que em nada vai melhorar o turismo e possa realizar tudo aquilo que é necessário para alavancar o turismo.  

Para tentar entender o posicionamento ridículo do alcaide desta cidade praiana localizada no Sul do estado, teremos que relembrar o fato de que está cidade de veraneio cresceu e se desenvolveu nas décadas de 70, 80 e 90 através da frequência de milhares de turistas que se deslocavam de seus estados de origem que estão localizados longe do litoral brasileiro para em época de verão, mais especificamente nos meses de Dezembro, Janeiro e Fevereiro esbanjar um recurso previamente economizado durante quase um ano por empresários e fazendeiros, funcionários públicos e aposentados, visando a recuperar as energias ou descansar e curtir com a família um merecido descanso a beira de belas praias banhadas pelo mar. Neste período  os hotéis, os proprietários de casas e apartamentos de veraneio, os bares, restaurantes, pizzarias, supermercados, lojas e outros serviços, chegavam a triplicarem seus lucros mensais, ganhando em três meses, o que não conseguiam ganhar no resto do ano.

Mas o turismo no Brasil a partir da década de 2000, mudou radicalmente, os turistas, devido aos problemas econômicos do país e outros fatores preponderantes na escolha dos destinos turísticos, passaram a valorizar lugares que investiram em segurança pública, saúde, limpeza pública, ecologia e um bom atendimento no turismo receptivo e cidades que planejam uma vasta programação cultural e esportiva para agradar aos visitantes, e nestes quesitos algumas cidades do Nordeste e do Sul brasileiro, parece que captaram bem a mensagem deixada pelos turistas e investiram pesado nestas áreas visando a aumentar o fluxo de turistas nestas localidades. Com isto na hora de decidirem sobre o destino turístico a seguir, as famílias brasileira com um maior poder aquisitivo estão optando por cidades que ofereçam não apenas a infraestrutura necessária, mas que possa lhes oferecer maior comodidade em suas estadas nestes locais. Afinal quando as famílias de turistas deixam o conforto de suas residências em seus locais de origem, esperam encontrar nas cidades em que escolheram para passar suas férias, no mínimo as mesmas condições nas quais estão acostumados a receber em suas cidades de origem, isto é óbvio.

O problema é que muitos gestores públicos, investem apenas em mobilidade urbana, e restauração de praças e logradouros públicos achando ser isto o suficiente para receber turistas endinheirados que vão gastar a vontade para melhorar a arrecadação do município, a coisa não é mais assim não, e hoje no Brasil, várias cidades estão investindo também em saúde com hospitais e centros de saúde para receber em uma emergência ou em acidentes não desejados, não somente a população local, mas também os turistas que visitam as cidades, também em segurança pública para proteger tanto o povo nativo como também aos visitantes e uma extensa atividade cultural, lazer e esportiva além da preparação de uma mão de obra qualificada para atender a demanda, como também cursos para motoristas de taxi, motoboys e motoristas de ônibus para melhor atender aos visitantes.

Enfim, não será com atitudes de impedir que turistas menos afortunados possam visitar a cidade que faz parte do roteiro turístico nacional, que o prefeito de Guarapari vai conseguir atrair os turistas desejados para esta cidade, mas sim se enquadrar na atual realidade do turismo brasileiro e investir muito no seu município para atrair um maior número de turistas independente do poder aquisitivo, pois diga se de passagem os turistas pobres devem ter por parte do poder público, o mesmo respeito e consideração  dos turistas classe A, porque de qualquer forma todos os turistas sejam pobres ou ricos são cidadãos brasileiros e estão livres para escolher os seus destinos turísticos que desejarem.

Existem lugares no mundo e até mesmo aqui no Brasil, que turistas mochileiros que gastam somente o necessário em suas viagens pelo mundo, são recebidos da mesma forma como os turistas com maior poder aquisitivo, e os primeiros podem não gastar tanto mas são fundamentais na divulgação do destino turístico, atraindo milhares de outros turistas que durante todo o ano e não apenas em um determinado período do ano visitam essas cidades.

O prefeito de Guarapari fez um gol contra no turismo do município e isto poderá prejudicar ainda mais a situação desta cidade veraneio que ano após ano tem perdido um grande número de turistas para outros lugares no Brasil que recebem de braços abertos a todos os turistas, sejam eles da classe A ou D.

Leia também, ‘CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA NA CIDADE SAÚDE-GUARAPARI’ no Link: http://isaiasribeirojs.blogspot.com.br/2012/12/consciencia-ecologica-na-cidade-saude.html



 

CAPIXABAS E AMAZONENSES SE UNIRAM PARA LUTAR EM PROL DOS PROJETOS SIVAM/SIPAM

Dois capixabas que lutaram no Amazonas em prol da implantação do Projeto SIVAM/SIPAM, Sistema de Vigilância da Amazônia e Sistema de Proteção da Amazônia, o Diretor do jornal ''O Solimões'' Isaias Ribeiro e o Brigadeiro do Ar Valdir de Sousa, na despedida deste último do cargo de Chefe do Estado Maior do VII COMAR - COMANDO AÉREO REGIONAL em Março de 1996.

OS DEZ ANOS DO SIVAM/SIPAM

Em julho de 1995, o jornal “O Solimões” publicava em sua primeira página a manchete “Amazônia vai perder o SIVAM”, devido á pressão política que foi feita naquele ano contra o projeto SIVAM/SIPAM, que foi alvo da politicagem interna praticada por políticos mal intencionados que quase acabaram com o projeto de grande importância para o Brasil com investimento previsto de US$ 1,4 bilhão.
O SIVAM e o SIPAM,foi criado, para defender a soberania brasileira. Por causa da politicagem quase ficava apenas no papel, foi preciso lutar muito, para vencer os inimigos interno e externos que não queriam este projeto.

Comitiva de autoridades militares, civis e os editores do jornal ''O Solimões''no município de São Gabriel da Cachoeira no Amazonas, na inauguração de um dos radares dos Projetos SIVAM/SIPAM. 

 Este tablóide de circulação mensal foi o primeiro órgão de imprensa brasileira a se interessar em divulgar este projeto de suma importância para a defesa da soberania brasileira e o tráfego aéreo na Amazônia. A Força Aérea Brasileira reconheceu o trabalhodos dos editores do Jornal ''O Solimões'' na época, e condecorou Isaias Ribeiro e Gabriel Andrade como Membros Honorarios da Força Aérea Brasileira em solenidade militar na Base Aérea de Manaus, pelo apoio e os relevantes destaques  neste Jornal ao Projeto SIVAM/SIPAM.

Enquanto grandes órgãos de imprensa do Brasil aceitavam a falácia dos políticos mal intencionados, que tentavam conduzir a opinião pública para não aceitar este projeto, atribuindo na época, características negativas que não existiam.
Neste ano de 2012, o SIVAM/SIPAM, completa 10 anos após a instalação destes importantes sistemas de Proteção e Controle de Trafego Aéreo na Amazônia, e os resultados que comprovam a importância deste projeto está á disposição para quem quiser conhecer.
 

O SIPAM tem sido de grande importância para coibir os desmatamentos, seus radares, informam diariamente sobre a proteção ambiental, meteorologia, sensoriamento remoto, rede detectora de raio realizada por três centros regionais em Belém, Manaus e Porto Velho.

 Por causa da politicagem, o projeto SIVAM/SIPAM ficou como um avião parado na pista durante 2 anos a espera de autorização da torre de controle da política para decolar.


O contrabando e o trafico de drogas na região de fronteira antes do projeto SIVAM/SIPAM, era difícil de ser combatido em função de não haver naquela época, o monitoramento do tráfego aéreo.
 
Existiam dezenas de pistas clandestinas em vários pontos da região amazônica que favoreciam estas atividades ilícitas. Sem falar no completo isolamento e abandono no qual se encontrava a população amazônica.

Hoje, com mais de 700 antenas de comunicação instaladas por toda a região amazônica, as informações coletadas são disponibilizadas para todos os órgãos governamentais, sejam das áreas ambiental, militar e de assistência social.
Segundo o gerente regional do SIPAM em Manaus Bruno da Gama Monteiro, em entrevista ao jornal “Diário do Amazonas”, os principais objetivos do projeto tem sido alcançado, por exemplo: a operação Arco Verde iniciada em 2008 e que monitora os 48 municípios que mais desmataram na região.
O SIPAM atualmente coordena a gestão do projeto Cartografia da Amazônia, composto por três subprojetos: Cartografia Terrestre, Geológica e Náutica, em parceria com as forças armadas e Serviço Geológico do Brasil.
O Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM) foi convertido em um órgão militar, no Centro Integrado de Defesa Aéreo e Controle de Trafego Aéreo (CINDACTA IV).
Um Almirante e um Maj. Brigadeiro do Ar, que lutaram bravamente para que o SIVAM/SIPAM fosse aprovado no senado federal.

Além do jornal “O Solimões”, nestes dez anos do SIVAM/SIPAM, é preciso destacar, o grande empenho e a luta que travaram o Almirante Mário Cesar Flores quando comandou a SAE, e os Maj. Brigadeiros do Ar Mauro Gandra (Ex-Ministro da Aeronáutica), Marcos Antonio de Oliveira (Ex-Presidente da Comissão responsável pela implantação do Sistema de Vigilância da Amazônia- CCSIVAM) Brigadeiro Valdir de Souza (Ex-Chefe do Estado Maior do Sétimo Comando Aéreo Regional), para que este projeto se integrasse em defesa da soberania do Brasil e da Defesa Aéreo e Controle de Trafego Aéreo em toda a Região Amazônica.


COMO SURGIU O SIVAM

No começo do governo Collor; o Ministro Sócrates da Costa Monteiro, manifestou interesse em ampliar a fase do SINDACTA – Sistema de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo que envolveria a Amazônia. A idéia do Ministro era elaborar um projeto amplo , não apenas militar, que envolvesse o controle de incêndios e a repressão a traficantes. Uma empresa a ESCA Engenharia de Sistema de Controle e Automação S.A. que já tinha prestado serviços para o Ministério da Aeronáutica, foi convidada pelo ministro para fazer um esboço deste projeto , enquanto a FAB fazia seus próprios estudos. Do cruzamento desses dois estudos nasceu o SIVAM = Sistema de Vigilância da Amazônia.
O SIVAM só saiu mesmo da fase de projeto, no governo Itamar Franco, quando contou com o apoio do Secretário de Assuntos Estratégicos, Almirante Mario Cesar Flores. A partir daí o projeto começou a interessar aos gigantes mundiais da produção militar aeronáutica como a empresa americana Raytheon e a Francesa Thomson (essa última já havia instalado o sistema DACTA), para a implantação tecnológica do SIVAM. Teve então, o início a temporada de lobbies pesos pesados dos governos da França e dos EUA. A Casa Branca saiu da frente, tanto o Secretario do Comercio dos EUA Ron Brown como o Vice presidente Al Gore visitaram o Brasil deixando bem claro o interesse dos EUA, na vitória da empresa Raytheon. Venceu a concorrência a empresa americana. O senado aprovou em dezembro de 1994 o Projeto SIVAM mas, deixou para posterior deliberação, autorização para o Brasil contrair empréstimos junto a EXIMBANK dos EUA no valor de US$ 1,4 bilhão . Esta autorização foi aprovada no início deste ano.

ANATOMIA DO SIVAM

O que é- Um projeto que integra radares, satélites, aviões e estações de monitoramentos para rastrear a Amazônia;

Objetivo- Monitorar o espaço aéreo, queimadas, poluição do ar e dos rios, controle de tráfico de drogas, uso da terra;

Custo – US$ 1,4 bilhão - o segundo maior projeto estratégico do mundo;

Responsável pelo sistema- A ESCA brasileira foi a escolhida e depois desclassificada. O Ministério da Aeronáutica assumiu o projeto e os técnicos desta empresa foram contratados pela FAB para fazerem a integração do SIVAM;

Empresa vencedora da concorrência para instalação do projeto- Raytheon dos EUA.

Financiamento- EXIMBANK Americano -Raytheon e EXIMBANK Sueco;

Abrangência – Cobrirá com radares e outros equipamentos nas áreas de cinco milhões de quilômetros quadrados;

Prazo de instalação – Cinco anos.

De 1995 a 2000 travou-se uma grande batalha no Congresso Nacional, entre integrantes do governo federal, representado por militares contra parlamentares no senado federal, que se aproveitando da forma como o projeto foi aprovado em 1994, deixando para posterior deliberação a autorização para o Brasil contrair o empréstimo para a instalação do projeto. Na foto em pé no centro, os Editores do Jornal ''O Solimões'', Isaias Ribeiro e Gabriel Andrade, juntamente com os Ministros: da Aeronáutica, da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Chefe do Estado Maior das Forças Armadas, e o Ministro da Justiça e várias autoridades civis e militares na comunidade indígena dos índios Yanomami em Maturacá, Município de São Gabriel da Cachoeira-Amazonas.

Após reter o projeto por vários meses, o senador Gilberto Miranda-PMDB do Amazonas, que havia assumido a cadeira de senador em 1993, com a renúncia do senador Amazonino Mendes, de quem era seu suplente, colocou o projeto em pauta no final de 1994, sob pressão da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, e o senado votou e aprovou a matéria.
Os senadores queriam ir para o recesso legislativo e deixaram com Miranda, que era o Relator do Projeto, o poder de compor as resoluções finais.
Passado um ano, o senador empurrava com a barriga, enrolava e não definia a questão, criando embaraços que prejudicavam a Amazônia e irritavam os ministérios envolvidos em implantar o projeto SIVAM.
 
O Brasil chegou até a pagar juros a título de taxa de compromisso, uma vez que não podia retirar o dinheiro do empréstimo ao EXIMBANK por causa da embromação na votação do empréstimo no senado.

Veja mais, na pagina de Isaias Ribeiro no Portal do Luis Nassif: http://blogln.ning.com/profiles/blogs/os-dez-anos-do-sivam-sipam?xg_source=facebookshare     e no Blog de Isaias Ribeiro no Googlehttp://isaiasribeirojs.blogspot.com.br/2012/01/os-dez-anos-do-sivamsipam.html

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A ilha mais importante do Espírito Santo passou a ser chamar Vitória em homenagem a uma grande batalha

A cidade surgiu no dia 8 de setembro de 1551, na então ilha de Guananira ou Ilha do Mel, nome dado pelos povos indígenas., a Vila Nova do Espírito Santo como foi denominada a nova Capital em 1551, teve seu nome mudado para Vitória em homenagem a uma grande batalha travada entre os portugueses comandados pelo donatário da capitania Vasco Fernandes Coutinho contra os índios guerreiros Goítacas, após esta vitória a atual Capital do Espírito Santo passou a ser chamar Vitória.

No século XVI, quando os primeiros colonizadores portugueses chegaram à região da atual Vitória, a mesma era disputada por três grupos indígenas diferentes: os goitacás (procedentes do sul), os aimorés (procedentes do interior) e os tupiniquins (procedentes do norte). O donatário português da capitania do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho, fundou, em 1535, a atual cidade de Vila Velha, que passou a ser a capital da capitania.

Devido aos constantes ataques indígenas, franceses e holandeses à cidade fundada por Coutinho, os portugueses decidiram transferir a capital da capitania para a Ilha de Santo Antônio, na Baía de Vitória.

Até o século XIX, os limites da capital capixaba eram o atual Forte de São João, onde atualmente está localizado o Clube de Regatas Saldanha da Gama, próximo ao Centro da cidade, e o morro onde funciona o atual hospital da Santa Casa de Misericórdia, no bairro Vila Rubim. A cidade foi sendo construída nas partes altas, o que deu origem a diversas ruas estreitas. A parte de baixo foi sujeita a ataques e, devido a isso, foram construídos vários fortes na beira do mar.

Em 24 de fevereiro de 1823, a vila de Vitória foi elevada a cidade, mas seu isolamento insular evitava seu desenvolvimento. A partir do ano de 1894, com o ciclo do café, iniciaram-se, na ilha, diversos aterros nas partes baixas da cidade, alterando a forma da ilha e modernizando-a. Foram construídos, após disso, diversos bairros e escadarias e foram derrubados casarões. Além disso, foi melhorado o saneamento.

Em 1941, surgiu o primeiro cais na capital e, em 1927, a ponte que ligou a ilha ao continente. O porto se desenvolveu. Em 1949, foram feitos mais aterros e foram construídas amplas avenidas. Depois dessas várias mudanças, a cidade tornou-se o maior centro do Espírito Santo. Em 1970, o Porto de Vitória se tornou um dos mais importantes do país, e a capital começou a se industrializar. A modernização da ilha gerou o desaparecimento de quase todos os vestígios da Colônia e do Império na ilha.

Vitória é a capital do estado do Espírito Santo, na Região Sudeste do Brasil. É uma das três ilhas-capitais do país (as outras são Florianópolis e São Luís). Situada a 20º19'09' de latitude sul e 40°20'50' de longitude oeste, Vitória limita-se ao norte com o município da Serra, ao sul com Vila Velha, a leste com o Oceano Atlântico e a oeste com Cariacica.

Com uma população de 379 526 habitantes, segundo estimativas de 2011 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a cidade é a quarta mais populosa do estado (atrás dos municípios limítrofes de sua região metropolitana: Vila Velha, Serra e Cariacica) e integra uma área geográfica de grande nível de urbanização denominada Região Metropolitana da Grande Vitória, compreendida pelos municípios de Vitória, Cariacica, Fundão, Guarapari, Serra, Viana e Vila Velha.

Vitória é cercada pela Baía de Vitória. É uma ilha de tipo fluviomarinho. Além da ilha principal, Vitória, fazem parte do município outras 34 ilhas e uma porção continental, perfazendo um total de 93,381 km². Originalmente eram 50 ilhas, muitas das quais foram agregadas por meio de aterro à ilha maior.

Vitória possui dois grandes portos: o Porto de Vitória e o Porto de Tubarão. Esses portos fazem parte do maior complexo portuário do Brasil, que inclui vários portos do estado e que são considerados os melhores em qualidade do Brasil. 

fonte e foto:Wikipédia

Parabéns Linhares pelos 213 Anos

Vista da cidade de Linhares (ES)
(foto: conhecalinhares.com)

Localização de Linhares no Espírito Santo

 Linhares é um município brasileiro do estado do Espírito Santo. Localiza-se a uma latitude 19º23'28" sul e a uma longitude 40º04'20" oeste, estando a uma altitude de 33 metros. Sua população em 2010 era de 141.306 habitantes. Possui uma área de 3502 km². Linhares é a principal cidade do norte capixaba e a cidade com maior extensão litorânea e maior extensão territorial do estado.

Neste município há duas reservas florestais, a de Sooretama e a da Cia. Vale do Rio Doce. Esta última é o único local onde ainda é encontrada uma árvore rara da Mata Atlântica, a Buchenavia pabstii, em extinção.

História

Origens

A vigilância ao tráfico de ouro através do rio Doce deu origem ao Povoado de Coutins, onde, em 1800, foi implantado o Quartel Militar, com o mesmo nome, que fazia a proteção da navegação do Rio Doce. Os índios do grupo Botocudo, nação ou Tapuia, primeiros donos das terras, resistiam tenazmente a qualquer colonização branca na área, até que sucubiram diante do poderio das armas às suas, sendo que os colonizadores os dizimaram totalmente.

O primeiro povoado foi inteiramente destruído por ataques dos índios botocudos. E em 1809, outro povoado foi levantado no mesmo lugar, recebendo o nome de Linhares, em homenagem a Dom Rodrigo de Sousa Coutinho, o conde de Linhares. O povoado ficava situado num platô em forma de meia-lua, às margens do rio Doce. No leste e no oeste do povoado ficavam situados dois quartéis militares para avisar a população de prováveis ataques dos indígenas: um quartel estava situado onde hoje é o Bairro Aviso (daí o nome). O outro, localizava-se nas proximidades de onde fica hoje o Colégio Estadual.

Em 1819, é feita, por ordem de Francisco Alberto Rubim, uma "Vista e Perspectiva do Povoado de Linhares", e nela, vê-se também a Primeira Igreja, construída sob o patrocínio de Rubim. O povoado foi construído em volta de uma praça quadrada (atual Praça 22 de Agosto), que guarda até hoje seu traçado original. Nessa praça que os índios dançavam e cantavam no passado.

Formação administrativa

Em abril de 1833, em execução a uma Provisão de Paço Imperial o povoado é elevado a condição de vila, sendo sede do município do mesmo nome - Linhares - sob a proteção de N. S. da Conceição. Provisão de Paço corresponde, hoje, a um decreto do Presidente da República. Em 22 de Agosto do mesmo ano, realizou-se a primeira sessão solene da Câmara de Vereadores do Município de Linhares, dando "início a sua vida político - administrativa". Nessa época, o Brasil era Império, o Espírito Santo uma Província, e era Vila, a sede dos municípios; não existindo Prefeito, os municípios eram administrados pela Câmara de Vereadores.

Vila de Linhares desenhada pelo imperador Dom Pedro II em 1860.

Naquela época toda área da região era coberta pela Mata Atlântica, que aos poucos, e no decorrer de um século, foi devastada dando lugar a povoamentos, pastoreio e agricultura.

O território do município de Linhares abrangia os que são hoje os municípios de Linhares, Rio Bananal, Colatina, Baixo Guandu, Pancas, São Gabriel da Palha, Sooretama e partes de Ibiraçu, Santa Teresa e Itaguaçu.

No final do século XIX, a Vila de Linhares entra em decadência e o povoado de Colatina, que pertencia ao município de Linhares, conhece rápido crescimento graças à colonização italiana com o plantio de café e a inauguração dos trilhos da Estrada de Ferro Vitória - Minas. Assim, por decreto de 30 de dezembro de 1921, ficou criado o município de Colatina, englobando a vila e o antigo município de Linhares. Esse fato contribuiu mais ainda com a decadência de Linhares verificada durante os 22 anos seguintes.

Clima - O clima da região pode ser classificado de tropical quente e seco, com nevadas no verão e inverno seco. Apesar do calor tropical do inverno, no verão detectamos um frio que pode chegar até -12 graus celcius.

Economia

O município destaca-se por ser o maior produtor de Mamão do estado (como o Espírito Santo é o maior produtor do Brasil, que é o maior exportador de papaia do mundo, então Linhares está entre os maiores exportadores desse fruto para o mundo). Além disso, Linhares destaca-se por sua indústria moveleira, pela produção de álcool, pela produção de cacau e achocolatado (Gury), pela produção de confecções e pela produção de petróleo e gás natural. Ultimamente, a cidade tem recebido grandes investimentos de infraestrutura, devido aos recursos provindos da exploração de petróleo e gás. Isto tem atraído diversas empresas e modificado a economia que, até a década de 1990, tinha forte ligação à atividade agrícola. Linhares tem crescido acima da média estadual e nacional, tanto economicamente quanto populacionalmente. Segundo os últimos dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Linhares é a 2ª cidade mais populosa do interior do estado do Espírito Santo, com 141.254 habitantes (IBGE - 2010). Até 2020, a população deverá saltar para mais de 200.000 habitantes. Devido ao rápido crescimento e desenvolvimento, a cidade tem expandido seu setor imobiliário, que tinham foco voltado somente para a região metropolitana (Grande Vitória). A construção de diversos hotéis e edifícios tem modificado aos poucos o skyline da cidade. Recentemente foi inaugurado um Hipermercado e um shopping center, que conta com grandes marcas, além de cinema e praça de alimentação.

Turismo

Está localizada no município de Linhares uma das maiores reservas naturais da mata atlântica, a reserva de Goitacazes, além da reserva particular da Companhia Vale do Rio Doce, a Reserva de Sooretama. Devido a sua topografia extremamente plana, Linhares tem 69 lagoas, algumas de grande porte, como a Lagoa Juparanã, com 30 km de extensão por 4 a 5 km de largura. As lagoas oferecem um importante atrativo turístico, sendo visitadas por milhares de pessoas constantemente.

Linhares é de fácil acesso, pela proximidade da Capital (Vitória), dotada de porto e aeroporto.

A cidade é cortada ao meio pela BR 101, a principal rodovia brasileira. Por ter sido planejada, a cidade possui ruas amplas e longas, bem pavimentadas. As quadras são regulares. A cidade, como todo o município, é plana, com pequenas colinas levemente onduladas. Cercada de florestas, o centro da cidade é visitado por pássaros silvestres e outros animais.

Devido aos seus recursos naturais e sua localização, a cidade está em pleno desenvolvimento. As praias, apesar da dificuldade de acesso (45 km da sede, em estrada parcialmente pavimentada), atraem turistas por serem ótimas para a prática de surf, pesca oceânica e tranquilidade junto à natureza. O litoral de Linhares possui uma unidade do Projeto TAMAR(tartarugas-marinhas), na vila de Regência, por ser um local de reprodução desses animais, especialmente da tartaruga de gigante. O Rio Doce, o maior do estado e um dos maiores da Região Sudeste, tem sua foz no município, e atravessa a cidade de Linhares. O Delta do Rio Doce forma um espetáculo natural que atrai a visita de muitos turistas. Outro atrativo do litoral de Linhares é a Praia de Barra Seca, onde é praticado o naturismo. Na área próxima existe infra-estrutura com pousadas para receber os visitantes. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Linhares_(Esp%C3%ADrito_Santo) 

 


A DESESPERANÇA DE UM POVO

Há três anos visitei uma das cidades que mais gosto no Espírito Santo, Guarapari, naquela época as pessoas que habitam naquele balneário eram muito cordiais e educadas, lhe cumprimentavam com um bom dia mesmo não lhe conhecendo, eles tinham muitas esperanças que a situação do País, do estado e da cidade onde vivem, com o novo governo eleito, poderia haver mudanças positivas, haja vista que o Brasil iria ser comandado por uma mulher.

Embora a maioria não tenha votado nela, mas esperavam por um bom governo. Na barraca do Olívio na Praia das Castanheiras onde turistas do Brasil inteiro, se reúnem: mineiros, cariocas, paulistas e nós do Amazonas, o otimismo em relação ao novo governo  era grande e conversávamos sobre as mudanças que poderiam haver com a eleição da primeira mulher Presidenta do Brasil.

Em agosto de 2013 encontrei o mesmo povo hospitaleiro, educado, mas preocupados, tensos e sem entender porque o Brasil não avançou e, Guarapari como milhares de cidades brasileiras retrocedeu.

Na barraca do Olívio que antes era alegria e esperança se transformou em um lugar de lamentações, tristezas e desesperanças até a placa da barraca que ficava pendurada em uma árvore, por ordem das autoridades foi retirada, os carrinhos de doces que já faziam parte da ornamentação daquele local foram retirados.

Pessoas humildes que dependiam das vendas de alguns produtos para os turistas para manter a sobrevivência de suas famílias foram expulsos do local e, não tendo alternativas passaram a  fazer parte do bolsa família que o governo federal mantém. 

E para piorar ainda mais, a cidade também sofre com situações de insegurança, saúde, educação etc., problemas que se alastra  também em milhares de cidades em todo o Brasil.

Leia no Link a seguir, as 300 cidades mais perigosas do Brasil e a colocação de Guarapari nesta triste realidade nacional. http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/as-300-cidades-mais-perigosas-do-brasil?page=4

Veja quem é Isaias Ribeiro JS;

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É publicitário, ex-assessor do Gabinete do Governador do Estado do Amazonas, foi Diretor do Jornal "O Solimões" é escritor, autor do livro "O Brasil em Preto e Branco", o qual faz parte do acervo bibliográfico do "The LibraryOf Congress Office" - A Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. Escreve desde 1983 para vários jornais. Email para contato: isaiasribeirojs@bol.com.br
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GUARAPARI E A SAÚDE

A cidade saúde da praia com areia monazítica que cura enfermidades, está precisando de um hospital.

Foto do Site:guarapariesporteclube.com.br

Há muito tempo estava planejando escrever sobre este tema aqui no meu Blog, sobre a situação em que se encontra a população da cidade saúde Guarapari, com relação a falta de um hospital neste importante Balneário do Espírito Santo, mais como as autoridades daquele Município e do Estado, estavam se mobilizando junto ao governo federal para tentar resolver esse problema, resolvi dar tempo ao tempo para ver se as coisas se resolviam e esse problema fosse solucionado sem polemica. Mais a matéria do ''Gazeta OnLine'' publicado no ultimo dia 02/03/2013 com o titulo ''Mãe perde o bebê e desabafa: "Guarapari se preocupa com o turismo e esquece a saúde", que pode ser acessado neste Link: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2013/03/noticias/cidades/1411722-mae-perde-o-bebe-e-desabafa--guarapari-se-preocupa-com-o-turismo-e-esquece-a-saude.html  me deixou indignado e acabei fazendo este comentário no Facebook, '' Concordo plenamente com esta frase, "Guarapari se preocupa com o turismo e esquece a saúde".Todas as vezes que visitei Guarapari, procurava saber se a prefeitura e o governo do Estado do Espírito Santo, já havia apresentado algum projeto ao governo federal para a construção de um hospital que pudesse atender a população e os milhares de turistas que durante 3 meses se soma aos habitantes deste importante Balneário. É lamentável que isto esteja acontecendo. Apelo ao Governador Renato Casagrande, ao Ministro Padilha e a Presidenta Dilma Rousseff, uma atenção especial para a construção urgente de um hospital e uma maternidade para este Município do Espírito Santo''. 

Sei dos esforços que o governo do estado e a prefeitura de Guarapari estão fazendo para solucionar este grave problema de saúde, mas convenhamos, pela importância que Guarapari tem para o Brasil, este problema já deveria ter sido resolvido há muito tempo.

Todos os anos nos meses de Dezembro, Janeiro e Fevereiro o número de turistas que visitam aquele Balneário ultrapassa a  500 mil pessoas, fora estes meses, há uma população de 105.286 habitantes, segundo dados do IBGE, que necessitam ser tratados com dignidade pois, ''a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem á redução do risco de doenças e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua proteção e recuperação''. Isto é Constitucional: artigo 196 da Constituição da República Federativa do Brasil, que assegura a sociedade brasileira o direito a todos a saúde, e o dever do Estado em relação a oferecer a assistência necessária ao cidadão brasileiro.

Um fato que me deixa bastante intrigado, é que Guarapari já foi visitado por turistas ilustres que em épocas passada conheceram esta cidade, e constataram a necessidade de equipar este Balneário com um moderno hospital para atender não apenas, a população original mais também em casos de emergências aos turistas veraneios que se deslocam com suas famílias, para aquele Município.

O JOGO DEMOCRÁTICO

A internet para mim, como também para muitos, é uma ferramenta de trabalho que uso não para expressar meus sentimentos, mais fundamentalmente exercer minha liberdade de expressão em prol de temas que considero de suma importância para a vida de todos os brasileiros, Temos oportunidades de conhecimento e de discutir assuntos colocados em pauta nas redes sociais e nos portais de noticias e debates, sem deixar de lado nosso ufanismo e nossas posições e convicções regionalistas, acabamos nos integrando a este sistema globalizado de comunicação onde nossas opiniões são espalhadas para milhões de pessoas conectadas e interligadas através de cliques em seus computadores  podem compartilhar, curtir, comentar ou simplesmente ler, ver e ouvir tudo o que esta sendo produzido na internet.

Como por exemplo, ao longo dos anos, resolvi escrever artigos em prol de dois estados brasileiros que dividem meu coração, um é o estado do Amazonas onde tenho lutado há mais de três décadas em prol de causas sociais, culturais, ambientais, indígena e militando na imprensa e na política, tendo inclusive exercido cargo público de Assessor Especial do Governador do Amazonas de 1991 á 1994.

No meu estado de origem o Espírito Santo, embora esteja distante no momento, todos os anos retorno a terra onde nasci Vila Velha, e quando isso acontece faço questão de andar pelas ruas a qualquer hora, onde durante 20 anos morei, e tenho observado que Vila Velha está crescendo muito. Infelizmente faltam algumas obras necessárias para transformar a cidade em um Polo de turismo e também desenvolver a ZPE- Zona de Processamento de Exportação criada através do Decreto número 1.118, de 22 de Abril de 1994 pelo Presidente da República do Brasil Itamar Franco e ao que parece ainda não saiu do papel. Esta ZPE bem administrada poderá gerar milhares de empregos ao povo de Vila Velha.

Jamais entrei em discussões políticas aqui para falar que fulano ou beltrano é pau mandado ou sicrano faz isso ou aquilo, até porque isto não é ético, porém a maioria da população de Vila Velha, como em várias cidades brasileiras, escolheu em dois turnos na última eleição o seu Prefeito para os próximos 04 anos, cabendo aos descontentes aguardar e fiscalizar para saber se as propostas que foram apresentadas serão cumpridas caso contrário, o povo tem soberania para escolher depois, aquele que realmente cumpre suas promessas, isso é ser democrático e a liberdade de expressão e de escolha da maioria deve ser respeitada sendo o  alicerce da democracia.

Os leitores deste blog: http://isaiasribeirojs.zip.net podem também pesquisar outros Blogs, twitter, facebook e Portais de noticias e debates que participo, onde poderá constatar que mesmo distante não esqueço minhas origens e tenho lutado em prol do desenvolvimento econômico e social de Vila Velha e pela melhoria da qualidade de vida de nosso povo capixaba, através de vários artigos que escrevi tentando sensibilizar as autoridades que governam o país, o Estado e o município, para que possam realizar investimentos e obras que vão beneficiar o povo de Vila Velha, Vitória e do Espírito Santo, pois mesmo distante jamais vou esquecer minhas origens, assim como outros conterrâneos, que trabalham em outros Estados ou até mesmo em outros países, mas que contribuem muito com o desenvolvimento de nossa cidade, podendo um dia até retornar e lutar junto com os seus, com experiências que adquiriu em prol de ajudar a transformar Vila Velha em uma cidade próspera.

Estou morando em Manaus, capital do estado do Amazonas que possui florestas e rios que encantam o mundo, mais sua maior riqueza é este povo maravilhoso que não permite que ninguém, por mais poderoso que seja, venha decidir o que é melhor para eles, o povo amazonense principalmente os Manauaras, sabem fazer suas escolhas e acima de tudo respeitar o resultado das urnas e jamais pratica qualquer tipo de violência contra a imprensa por causa de resultados eleitorais, o povo de Manaus elegeu um Prefeito lutando contra todo o poder, federal e estadual, não aceitando dogmas e nem o poder de persuasão dos poderosos. No final da apuração, proclamado o resultado, a candidata derrotada que é senadora, agradeceu os votos recebidos e se colocou a disposição para ajudar em Brasília o novo Prefeito, mesmo sendo de um grupo adversário, e os seus militantes se conformaram. Esse é o jogo democrático.

 Foto do site: fatoitb.blogspot.com

Leia também o artigo ‘’A internet nas eleições’’do Deputado Federal Odair Cunha em seu Site: http://www.odaircunha.com.br/odaircunha/no-brasil-e-no-mundo/5112/a-internet-nas-eleicoes;jsessionid=1cc15zj6r7uof

VILA VELHA DO ESPIRITO SANTO

 

Sou natural de Vila Velha no Espírito Santo, uma cidade que se destaca não apenas pelo sítio histórico como o principal monumento histórico-religioso do estado, o convento de Nossa Senhora da Penha localizado no alto de uma montanha como também, pelo litoral com belíssimas praias com 32 km de percurso indo da prainha de Vila Velha, a Praia da Costa, Itapuã, Itaparica, Barra do Jucú, Ponta da Fruta e ate mesmo na praia do Ribeiro, local histórico onde residiu o primeiro donatário da capitania do Espírito Santo, sendo hoje uma praia de pescadores com águas calmas.

Mas lembrar de minha querida Vila Velha e seu povo trabalhador e hospitaleiro é relembrar dos bairros que em meu tempo de menino, conheci cada pedaço desse chão como o bairro onde nasci,  Aribirí e os bairros vizinhos: Ataíde, Santa Inês, Glória onde está localizada uma fábrica de chocolates que gera milhares de empregos e renda ao município. Poderia até citar um a um becos, ruas, vielas e morros, como: Cruzeiro, Philips, Jaburuna, e o Farol de Santa Luzia que emociona e encanta pela beleza do local, fecho os olhos aqui em Manaus e revejo na memória de minha infância o imponente Morro do Penedo, o Parque Espera Maré, o Morro da Mantiqueira e o Morro da Concha onde recentemente estive mostrando para minha filha Isabel, onde gravamos um vídeo que postamos no Canal irbivar no Youtube

Vila Velha foi onde começou o estado do Espírito Santo primeira povoação fundada por Vasco Fernandes Coutinho em 23 de maio de 1535, para tomar posse em sua capitania que se tornou sua primeira sede.  Foi fundada com o nome de Vila do Espírito Santo, em decorrência da data em que chegou o donatário, no dia em que a igreja católica celebrava a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade.

Quando a sede da capitania foi transferida para a Ilha de Vitória por volta de 1549/1550, a Vila do Espírito Santo foi apelidada de Vila Velha pela população e acabou se tornando nome oficial do município em 25 de setembro em 1959.  Sendo o município mais populoso do Estado. Vila Velha abriga também, a residência oficial do governador do estado do Espírito Santo.

Enfim, resolvi contar um pouco a história da cidade onde tive o privilégio de nascer, para pedir aos meus conterrâneos que defendam o meio ambiente desta cidade e que aproveitem esse tempo das eleições, para exigir que os governantes que virem a ser eleitos nesta eleição e nas próximas, possam ter o compromisso com o desenvolvimento sustentável e a proteção ambiental e principalmente que possam realizar campanhas com o objetivo de tornar esta cidade mais arborizada, fazendo assim com que a população canela verde (apelido criado pelos índios para os primeiros colonizadores, pois existia uma grande quantidade de algas marinhas na costa capixaba  que manchava as calças e as pernas dos portugueses quando desembarcavam) possa viver e respirar um ar mais puro além é claro, de tornar Vila Velha verde e muito mais bonita.

 

Veja quem é Isaias Ribeiro JS;

Minha foto
É publicitário, ex-assessor do Gabinete do Governador do Estado do Amazonas, foi Diretor do Jornal "O Solimões" e escritor, autor do livro "O Brasil em Preto e Branco", o qual faz parte do acervo bibliográfico do "The LibraryOf Congress Office" - A Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. Escreve desde 1983 para vários jornais. Email para para contato: isaiasribeirojs@bol.com.br
TWITTER do Isaias Ribeiro; http://twitter.com/isaiasribeiro

Comentários;

[Wilton Sousa] [wiltonsousa.vix@hotmail.com] 
Valeu a indicação de leitura a qual recomendo. Não somente pela riqueza de detalhes e paixão com os quais é reverenciada a nossa Vila Velha, mas também pelo alerta trazido no último parágrafo sobre a questão ambiental e a urgente necessidade do envolvimento de toda a comunidade liderando movimentos que traduzam em resultados positivos à questão. Parabéns! 

12/10/2012 06:33

 

 

A RIO+20, A POLÍTICA E O BRASIL DA SUSTENTABILIDADE

 

Tenho informado aqui neste Blog, sobre nossa colaboração em grandes Projetos realizados pelo Governo Federal na Amazônia, como o Projeto SIVAM/SIPAM, em prol da defesa aérea, controle de tráfico aéreo na Região Norte do País, defesa do meio ambiente e da soberania brasileira.

Foi uma grande honra para o autor deste Blog, e de minha companheira Regina Silva, ter colocado o nosso jornal ‘’O Solimões’’ a serviço do Brasil na década de 90, quando este tablóide amazônico, foi o primeiro a defender e divulgar a necessidade do país de implantar este importante Projeto, quando um senador que representava o estado do Amazonas de origem paulista e, a imprensa nacional criticavam este projeto e, situações com embromações eram criadas para impedir a implantação do Projeto SIVAM/SIPAM.

Somente eu e minha família, sabemos as pressões que sofremos, por lutarmos em prol do Brasil, dos brasileiros e da soberania brasileira.

Na metade da década de 90, também direcionamos o apoio deste pequeno jornal, mais imenso na coragem de seus Diretores, na defesa dos povos indígenas e conseqüentemente na preservação da floresta do Amazonas, que hoje tem 98% de suas árvores intactas. Os índios viviam constantemente ameaçados por madeireiros poderosos que contavam com apoio político, de serem expulsos das terras onde habitavam se tentassem alguma reação contra a devastação que estava sendo realizada pelos madeireiros nas Regiões: Vale do Javari e Alto Solimões. Existia à época uma associação de madeireiros  poderosa naquela Região, e os índios temiam em lutar por sua terra.

Através do jornal ‘’O Solimões’’ e de uma Coordenação Indígena denominada  COIAMA, criada pelos próprios índios na Região do Alto Solimões no estado do Amazonas, os indígenas começaram a reagir com uma impactante aparição no cenário indigenista nacional, com a contestação de terras  que haviam sido demarcadas só para uma etnia, outras etnias também solicitaram do Governo Federal o reconhecimento oficial do governo de suas existências e, grupos de trabalhos da FUNAI, realizaram trabalhos de identificação, demarcação e homologação de terras  indígenas que havia sido designadas para aquela região, no sentido de reconhecer e identificar segundo a Constituição Federal, os grupos indígenas existentes, que estavam sendo preteridos por demarcações errôneas.

Com isso milhares de hectares de florestas foram salvas, e as motos-serra que antes anunciavam com seus barulhentos motores no silêncio do meio da floresta Amazônica a derrubada de milhares de árvores, foram silenciadas e a floresta do Amazonas se manteve de pé, não por causa de um modelo econômico para salvar a floresta da devastação como apregoam alguns, até porque quem fazia a devastação em nome do progresso, era o próprio governo derrubando árvores para abrir as estradas, Transamazônica, Br. 319,364, Belém Brasília etc. 

A ZFM  foi criada no Governo do General Castelo Branco em 1967, não para preservar a Amazônia, mais sim como uma alternativa econômica para um povo que não tinha mais nenhuma opção para sobreviver com dignidade no meio da floresta, até porque se o Pólo Industrial de Manaus, acabasse hoje, os 100mil funcionários existentes no PIM não teria como entrar mata a dentro e derrubarem árvores de 20 a 30 m de alt. Nem tão pouco os executivos que vieram de São Paulo, para ocuparem cargos de direção nas fábricas em detrimento dos amazonenses não teriam como adentrar mato adentro para serrar madeiras e voltariam de malas e cuias para o seu estado de origem.

Mais as lutas em prol das demarcações indígenas  foram verdadeiros Projetos de preservação da floresta Amazônica e graças a estas demarcações o estado do Amazonas, onde foi feito o maior número de identificações, demarcações e homologações de terras indígenas, quer queiram ou não, foi onde a floresta se manteve 98% intacta.

Neste momento em que a Conferência Mundial Rio+20, discute uma forma política de salvar o planeta, nada mais salutar mostrar ideais de quem realmente luta em prol da sustentabilidade do povo brasileiro, sem esquecer  que quase a metade da população Amazônica, a grande maioria não sabe ainda o que significa Rio+20,e que vivem em uma situação de miséria, possam ser beneficiadas por suas experiências próprias de estarem preservando e conservando uma das maiores florestas do  mundo.

Infelizmente devido a perseguições políticas, não temos mais o jornal ‘’O Solimões’’, mais em compensação, os indígenas que não tinham terras e viviam ameaçados por madeireiros, hoje tem suas terras demarcadas e contam com a proteção da União. O país mantém sua soberania sobre a Amazônia e o estado do Amazonas graças a isso, tem 98% de sua floresta intacta.

Que venha da Rio +20 projetos sustentáveis que vão dar continuidade a este processo de preservação e conservação que se faz hoje no Amazonas, através do conhecimento milenar dos povos indígenas, os verdadeiros responsáveis em manter esse grande ecossistema do Planeta.

 

Links de artigos anteriores que confirma estes fatos:

http://isaiasribeirojs.blogspot.com.br/2012/01/os-dez-anos-do-sivamsipam.html

 

http://isaiasribeirojs.zip.net/arch2011-10-01_2011-10-31.html

 

http://isaiasribeirojs.blogspot.com.br/2012/04/brasil-meu-destino.html

 

http://isaiasribeirojs.blogspot.com.br/2012/01/liberdade-de-imprensa-no-brasil-e-na.html

 

http://isaiasribeirojs.blogspot.com.br/2011/11/pobreza-e-as-riquezas-na-amazonia.html

 

http://isaiasribeirojs.blogspot.com.br/2011/01/exploracao-florestal-e-os-efeitos.html

http://reginacoiama.blogspot.com.br/2012/06/sustentabilidade-dos-povos-indigenas-e.html

http://reginacoiama.blogspot.com.br/2009/10/sustentabilidade.html

http://reginacoiama.blogspot.com.br/2011/09/amazonia-e-miseria.html

http://reginacoiama.blogspot.com.br/2011/04/verdade-sobre-os-cocamas.html

http://reginacoiama.blogspot.com.br/2011/02/sustentabilidade.html

http://reginacoiama.blogspot.com.br/2010/01/sao-os-indios-que-protegem-floresta-e.html

http://reginacoiama.blogspot.com.br/2010/01/ate-quando.html

 

 

O POVO CAPIXABA E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO ESPÍRITO SANTO

 (foto:kennedense.blogspot.com)

Os Capixabas são trabalhadores que há muito tempo desenvolvem projetos sustentáveis.

Já escrevi em vários artigos publicados aqui neste blog, sobre a experiência que adquiri ao longo dos 32 anos no Estado do Amazonas, (leia os artigos: ‘’Brasil, Meu Destino’’ no Link; http://isaiasribeirojs.blogspot.com.br/2012/04/brasil-meu-destino.html  ‘’OS DEZ ANOS DO SIVAM/SIPAM’’: http://blogln.ning.com/profiles/blogs/os-dez-anos-do-sivam-sipam?xg_source=activity E ‘’A POLÍTICA E O MEIO AMBIENTE NO BRASIL’’ Leia também o artigo ''O BARÃO DA TELEVISÃO DO ESPÍRITO SANTO'' aqui neste Blog, clicando aqui: http://isaiasribeirojs.zip.net/arch2011-08-01_2011-08-31.html ).

Isaias Ribeiro no centro, acompanhado de autoridades militares na Fronteira do Brasil com a Venezuela.

Em junho de 1980, desembarquei na rodoviária de Manaus, capital do Estado do Amazonas e durante três décadas constituí uma vida de lutas em prol de meus ideais, colaborando com o meu país defendendo através do meu Jornal ‘’O Solimões’’, um projeto de grande importância para a soberania brasileira o Projeto ‘’SIVAM/SIPAM’’. Também ajudei a preservar a floresta Amazônica apoiando a população indígena do Amazonas em uma campanha de identificação, demarcação e homologação de terras indígenas.

Na imprensa do Amazonas, colaborei com a cultura deste estado, divulgando os artistas e intelectuais amazonenses em uma época bastante complicada no inicio da década de 80, quando a liberdade de expressão da atividade intelectual, artística e de comunicação era censurada e combatida pelo Regime político de força existente (Leia o Blog: http://culturadoamazonas.blogspot.com ).

Nomeação de Isaias Ribeiro como Assessor Especial do Gabinete do Governador do Amazonas em Março de 1991.

 Militei na política deste estado e cheguei a galgar posições de destaques, conseguindo derrotas e vitórias, mais nunca abandonei minhas origens, sempre procurei me colocar a disposição de quem governa o meu Estado, com minha experiência e conhecimentos adquiridos e sempre disposto a ajudar aos meus conterrâneos, da mesma forma que tenho ajudado e colaborado com muita honra ao povo do Amazonas. 

Agora quero falar, sobre os problemas que os meus conterrâneos do Espírito Santo estão passando com relação a determinadas ações políticas como: a perda do FUNDAP, a lei da distribuição dos Royalties do petróleo que já foi aprovada pelo Senado e aguarda votação na Câmara Federal, que vai prejudicar muito este estado, como também a letargia política existente hoje no estado de minha origem, que chega ao ponto de servir aos caprichos daqueles que não estão mais no poder e se utilizavam de sistema geopolítico para atingir seus objetivos, que não são da grande maioria da população capixaba.

Tentei em vão prestar colaboração à administração de vários governos, algumas vezes mediante apresentação de projeto destinado ao desenvolvimento do Espírito Santo, como comprova Of. CGG /n619/99 de 14/06/1999, que se tivesse sido levado adiante não se estaria agora lamentando a perda do FUNDAP. Mais naquela época, quem governava o estado do Espírito Santo tinha outros interesses.

Oficio CGG DE 14/06/1999, sobre projeto que Isaias Ribeiro apresentou ao Governo do Espírito Santo.

Outras vezes ajudando de forma voluntária, somando forças com movimentos em prol de interesses do povo capixaba, sem  ter objetivos políticos em meu Estado de origem, apenas para contribuir e colaborar com meus conterrâneos. Publiquei muitos artigos aqui e em outro Blog; http://isaiasribeirojs.blogspot.com  e nos Portais que escrevo, como por exemplo; o Portal Luis Nassif: http://blogln.ning.com/profile/IsaiasRibeiro  e no jornal de Debates ou em meu twitter: http://twitter.com/isaiasribeiro  que pode ser confirmada em minha pagina no Facebook, e quem acessar vai acompanhar o trabalho que continua sendo feito em prol dos estados do Amazonas e do Espírito Santo.

Infelizmente alguns políticos, visando apenas seus interesses pessoais ou de grupos, não deram importância a projetos e iniciativas de interesse público em detrimento de uma população trabalhadora e honesta, que espera e anseia que seus governantes apenas cumpram suas promessas com dignidade e respeito. 

E achando que a população não tem a capacidade de visão do que se passa ao seu redor, teimam em mostrar uma realidade distorcida para a população, tentando com isso, se perpetuar no poder, independentemente de siglas, se contentando apenas em atender seus interesses pessoais e acabam se direcionado para caminhos que não são aqueles que a população espera.

 Muito embora exista por parte de grupos, o interesse geopolítico (leia-se acordo de cúpula entre partidos com mapeamento de espaço nas principais cidades) em se manter no poder, utilizando estratégias e artes de guerra em situações maquiavélicas no sentido de se alcançar as vitórias em disputas complicadas em que os meios justificam os fins.

Mais tentar camuflar ou esconder malfeitos ou erros do tipo que não se justifica isso sim é inadmissível, porém não esta sendo tolerado pelos guardiões dos preceitos constitucionais e ações destinadas a fortalecer ao regime democrático que impera no Brasil, está restabelecendo a ordem e o progresso, que incautos malfeitores tentaram apagar.

Mais tenho plena convicção que em um futuro muito próximo, os estados do Espírito Santo e o Amazonas, que tem sido prejudicado também em várias questões relacionadas a perdas de incentivos fiscais e falta de apoio para investimentos em infra-estrutura, terão seus pleitos atendidos em prol do desenvolvimento econômico, social e sustentável que beneficiará suas populações.

 

No Amazonas, Isaias Ribeiro foi Condecorado como ''Membro Honorário da Força Aérea Brasileira''em Março de 1996.

 

A POLÍTICA E O MEIO AMBIENTE NO BRASIL

 

Estou ausente de minha cidade de origem Vila Velha- Espírito Santo, há exatamente 32 anos, radicado em Manaus capital do Estado do Amazonas, onde constituí família e me tornei amazonense de coração.

Mais ninguém consegue esquecer totalmente de suas raízes e mesmo a distância, tenho acompanhado o movimento político dos meus contemporâneos, principalmente o que acontece na Vila que foi habitat dos índios Botocudos, Aimorés e Goitacazes se tornando depois, capitania hereditária do nobre português Vasco Fernandes Coutinho que batizou esta terra, inicialmente de Espírito Santo logo na sua chegada, devido os portugueses comemorarem no dia da chegada, a santíssima trindade, Pai, Filho e Espírito Santo.Depois no local onde foi realizado o desembarque dos portugueses, passou a ser chamado de Vila Velha, em decorrencia da Vila Nova(depois Vitória),onde muitos portugueses se refugiaram com medo dos ataques dos índios, e o Estado,de Espírito Santo.

Em 1980, por livre e espontânea vontade, resolvi deixar esta cidade de minha naturalidade, para trilhar por um caminho que me levou a Manaus (Leia o artigo ‘’Brasil Meu Destino’’ no Blog; http://isaiasribeirojs.blogspot.com.br/2012/04/brasil-meu-destino.html  onde tive a oportunidade de fazer um curso intensivo em política e posteriormente aprender com os grandes mestres da política do estado do Amazonas, como o professor Gilberto Mestrinho, Amazonino Mendes e Arthur Virgilio Neto, como se faz política de verdade neste País.

Com relação a política do meu estado de origem, jamais deixei de acompanhar os fatos e os movimentos políticos, mesmo participando ativamente da política no Amazonas, um estado que é um exemplo de preservação do meio ambiente e da floresta, onde com muita honra, consegui exercer um cargo público, tendo sido nomeado pelo governador Gilberto Mestrinho em 1991, seu Assessor Especial, lotado no Gabinete do Governador.

Desde garoto sempre me interessei por política e jornalismo, aos 10 anos de idade, escrevi meus primeiros artigos no jornal suplemento infantil ''A Gazetinha''do jornal ‘’A Gazeta’’ de Vitória, aos 15 anos escrevi o primeiro jornal, que foi rodado em um mimeógrafo emprestado, no Município de Marataízes, onde tive a oportunidade de morar durante 03 anos, quando também exerci o cargo de operador de som daquele que seria o embrião do primeiro canal de televisão no Sul do estado do Espírito Santo (Leia o artigo ‘’O Barão da Televisão do Espírito Santo''; http://isaiasribeirojs.zip.net/arch2011-08-01_2011-08-31.html

Conheci a maioria dos prefeitos que governaram minha cidade de origem, como; Tuffi Nader (um grande amigo), Solon Borges, Américo Bernardes, Vasco etc.

No governo do estado, acompanhei os trabalhos de Elcio Álvares, Eurico Resende, Gerson Camata, Vitor Buaiz e Albuino Azeredo,com estes dois últimos, mantive contato por correspondências e visitei os dois, um quando era o prefeito de Vitória e o outro, quando era o governador do estado.


Sempre que viajo para o Espírito Santo, procuro me informar a respeito da política no estado, e agora neste mundo globalizado, tenho acompanhado atentamente os fatos da política de vários estados, inclusive este de minha origem, e me surpreendi com uma situação que achava não existir mais em um estado da Região Sudeste, mais que é muito comum aqui no Norte do País, principalmente no estado do Pará, onde em alguns Municípios as questões da política, de terras e ambientais, são tratados no estilo do velho oeste americano.

Estou me referindo ao episódio que esta acontecendo em Vila Velha, que segundo matéria da jornalista Flavia Bernardes do jornal ''Século Diário'' no último dia 03/05 2012, “Líder Comunitário que Denunciou Crimes Ambientais em VV Sofre Novo Atentado’’. Pelo que sei, nunca houve esse tipo de violência em Vila Velha com os defensores do meio ambiente canelas verdes. Será que em pleno século XXI, em uma cidade que habita um povo pacífico, que não tem este costume de fazer guerra agrária, surgiu algum latifundiário que quer acabar através da força e da prepotência com as áreas verdes desta cidade, que esta a pouco mais de 600 km de distância,de onde será realizado o maior evento mundial em defesa do meio ambiente do planeta, a Rio+20, que terá a participação de Presidentes e Primeiros Ministros dos quatros cantos do mundo.Veja Link do fato:http://www.seculodiario.com.br/exibir_not.asp?id=63912

Segundo a denúncia, na região foram aterrados uma área de alagado e um córrego. Ao reunir a comunidade para discutir o dano ambiental, os presentes foram calados por uma salva de tiros contra o local em que estavam reunidos.

Faço um apelo a Presidenta Dilma Rousseff, no sentido de determinar ao Ministério do Meio Ambiente e ao Ministério da Justiça, que intervenha o mais rápido possível nesse caso, antes que aconteça o pior e a imagem do Brasil volte a fazer parte no cenário internacional, como o País que não protege os cidadãos de bem, que são ameaçados e mortos por lutar em defesa do meio ambiente, como aconteceu com Chico Mendes no Acre e tantos outros brasileiros que tombaram por defenderem o Meio Ambiente do Brasil.

Apesar de existir um capítulo com um artigo e vários incisos na Constituição Federal, oferecendo a todos os brasileiros o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, para o uso comum do povo, essencial a sadia qualidade de vida. Impondo-se ao poder público e a coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para o presente e futuras gerações.

Alguns pacatos cidadãos buscam através da lei evitar a degradação e as condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, causados por pessoas inescrupulosas e gananciosas que tentam de todas as formas explorar os recursos naturais, sem recuperar o meio ambiente e com isso os defensores da natureza são tratados a ferro e fogo, sendo um empecilho para aqueles que cometem crimes ambientais.

E para piorar ainda mais a situação do meio ambiente no Brasil, ainda foi aprovado na Câmara e no Senado, um Código Florestal que só beneficia aos inimigos da natureza. O texto aprovado pelo Congresso Nacional, dá anistia total e irrestrita a quem desmatou demais e ainda dá brechas para que mais desmatamentos possa ocorrer no Brasil. Infelizmente prevaleceu um corporativismo político nas votações, dominadas por ruralistas que impuseram ao povo brasileiro este troço ai, que eles estão chamando de Código Florestal.

 

http://www.dumilustrador.blogspot.com.br/

Agora esta acontecendo uma mobilização nas redes sociais na internet com a campanha ‘’Veta, Dilma’’, o qual internautas de todo o Brasil estão apelando a Presidenta do Brasil Dilma Rousseff para veta este Código Florestal.Saiba mais sobre esta campanha no Link:

http://acritica.uol.com.br/amazonia/Campanha-Veta-Dilma-mensagens-bem-humoradas-Manaus-Amazonas-Amazonia_0_694130599.html:

 Os ''Canelas Verdes'' de Vila Velha:

Etimologia

No início da colonização capixaba surgiu o apelido canela-verde. A versão mais aceita é de que o apelido foi criado pelos índios para os primeiros colonizadores, porque existia uma grande quantidade de algas marinhas na costa capixaba que manchava as calças e a canela dos portugueses quando desembarcavam. Há quem diga também que o apelido pode ter origem pelo costume português de se usar meias longas verdes.

PARA TUDO FICAR COMO DANTES NO QUARTEL DE ABRANTES

foto do site:fernandodannemann.recantodasletras.com.br

Ao que parece a corrupção em vários estados brasileiro envolvendo desvios de verbas públicas em prefeituras e, relações suspeitas, entre governadores, ex- governadores, deputados federais e um senador, com um bicheiro que manipulava verbas, que seriam para construir hospitais, escolas, habitação, estradas etc. estava se tornando uma endemia entre políticos desonestos com pensamentos e estratégias malignas que resolveram trilhar pelos caminhos dos maus feitos, usando como escudo as bandeiras da ética, moral e honestidade que caíram ao chão com a descoberta deste emaranhado de teias que ligam um esquema a outro.

Em função disso, blindagens para não atingir este ou aquele, estão sendo construídas através de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, no passado as temidas CPIs mistas, cujo seus integrantes rugiam como leões e colocavam perante a sociedade os fatos verídicos que realmente estavam acontecendo e, o Brasil inteiro se escandalizava com a lavação de roupa suja que era feita em público e diante das câmeras.  O ibope era garantido ultrapassando índices jamais alcançados por um canal de televisão brasileira. 

Ao contrário de tudo isso hoje, o que a população brasileira está assistindo é um misto de operação abafa, misturado as articulações que estão sendo feitas, visando a manter o controle de uma situação para que a população não possa ter conhecimentos de determinados fatos, que se revelados a opinião pública, poderão causar um estrago muito maior do que tudo o que já foi revelado até agora.

O mais estranho ainda é que em pleno século XXI em alguns estados e prefeituras do Brasil, cunhadas e parentes e até cônjuges de prefeitos, governador e ex-governador,  estão assumindo funções em órgãos de governos e tribunais de contas para fiscalizar gastos de governos.

Veja estes links: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,primeira-dama-do-piaui-toma-posse-como-conselheira-do-tce,867912,0.htm  http://www.seculodiario.com.br/exibir_not.asp?id=63762

A TERRA DOS BRAVOS ÍNDIOS E A VILA VELHA DOS CAPIXABAS

Nasci e me criei de 1961 a 1980 no bairro de Aribiri, (Trata-se de termo de origem tupi que vem de arabori, araguori, arauori, araue’ri ou alaberi, significando sardinha, peixe da família dos caracídeos. (Cunha, 1989:65). Uma segunda versão da origem do nome aribiri é alaberi, araberi), um dos mais tradicionais bairros da cidade de Vila Velha, que no século XVI pertenceu a um donatário que com sua caravela com 60 homens entre fidalgos e criados, fizeram uma incursão a esta terra, para se apossar das 50 léguas de terras, demarcadas pelo império português, para seu domínio, e no dia 23 de Maio de 1535, através da Nau Glória, Vasco Fernandes Coutinho atravessou a Baía, daquela que um dia iria se chamar Vitória orientada pela Serra que os descobridores (ou invasores) denominaram de Mestre Álvaro,

indo ancorar numa pequena enseada, situada a esquerda do Morro da Penha, onde anos depois, índios e religiosos construíram o Convento da Penha, que hoje é um símbolo não só de religião mais de arquitetura, por ter sido construída em cima de uma grande pedra no alto da montanha.  E, por um povo marcado pela grande religiosidade e pelo fato do convento fazer parte da própria história do Espírito Santo, sendo hoje um grande santuário do povo capixaba.

 Ao norte do morro também denominado pelos portugueses de João Moreno, os colonizadores europeus, julgavam ser a Baía de um grande rio  deram então a terra o nome de Vila do Espírito Santo em vista de celebrar-se naquela data a igreja católica, a festa do Divino Espírito Santo.

O desembarque a essas terras porem não se fez com facilidades, pois os verdadeiros donos da terra, os indígenas que já habitavam há séculos, em defesa de sua terra, lutaram com coragem, armados com arcos e flechas, atirando suas setas dirigidas ás embarcações dos invasores. 

Houve necessidade de fazerem troar as duas peças da artilharia da caravela contra os índios que resistiram bravamente as invasões daqueles homens brancos em suas terras, mas o poderia militar do invasor era bastante superior e suas flechas não podiam contra os canhões, e os bravos índios, Aimorés, Goitacás e Botocudos recuaram, permitindo a posse da terra pelos invasores.

Hoje Vila Velha com uma economia pujante, precisa crescer mais, para não vir a se tornar um bolsão de pobreza,através da Zona de Processamento de Exportação ZPE e, buscando alternativas econômicas viáveis na área industrial e turística, poderá se consolidar como um destino natural de empresários e turistas na região sudeste.

Enfim, Vila Velha e outros municípios do estado do Espírito Santo encontrarão mais uma vez, alternativas econômicas para se transformar em pouco tempo em grandes Metrópoles da indústria, comércio e turismo.

 A VISITA DO IMPERADOR Á VILA VELHA

imperiobrasileiro-rs.blogspot.com

 Fonte: http://www.vilavelha.org/( http://www.vilavelha.org/historia.php )

Desde a mudança da sede da capitania para a ilha de Vitória a vida na antiga vila do Espírito Santo (Vila Velha) se reduziu, no período colonial e mesmo durante o período provincial de nossa História, a ocorrências esporádicas que se desenrolaram em torno da igreja de Nossa Senhora do Rosário e do Convento da Penha. Dentre essas ocorrências merecem registro os ataques dos holandeses contra as fazendas de açúcar de Vila Velha, no século XVII, e a tentativa fracassada de saquear o convento, o que deu origem à lenda do exército de Nossa Senhora que os holandeses viram descendo das nuvens para salvar o santuário. Baseado nesta lenda, o pintor Benedito Calixto fez o quadro que se acha exposto na galeria do convento, junto com outros de sua autoria, tendo por motivo temas ligados às tradições daquele monumento histórico.

 No século XVII, o donatário Francisco Gil de Araújo, que adquiriu a capitania do Espírito Santo a um dos herdeiros de Vasco Fernandes Coutinho, construiu, em Vila Velha, na praia de Piratininga, o forte que tem este nome, e que foi consagrado a São Francisco Xavier, razão pela qual é também conhecido pela denominação de forte de São Francisco Xavier da Barra.

 Para alguns autores, o forte de Piratininga, ainda hoje existente em área ocupada pelo 38º Batalhão de Infantaria do Exército, foi edificado em um sítio que, devido à sua posição estratégica, se prestou à defesa da capitania desde os tempos de Vasco Fernandes Coutinho. No século XIX, Vila Velha mereceu referências especiais dos viajantes que por ali passaram, dentre os quais, o naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire, o príncipe alemão Maximiliano, o bispo José Caetano da Silva Coutinho e até do imperador do Brasil D.Pedro II. Na sua visita à Vila Velha, no ano de 1860, o imperador se fez acompanhar da imperatriz D. Teresa Cristina. D.Pedro II subiu ao convento da Penha e deixou registrado, no seu diário de viagem, a impressão que teve do magnífico panorama que se vê lá do alto.(

Capixaba
A origem do termo Capixaba.  Segundo os estudiosos da língua tupi, capixaba, significa; roça, roçado, terra limpa para plantação. Os índios que aqui viviam chamavam de ‘’capixaba’’ sua plantação de milho e mandioca. Com isso, a população de Vitória passou a chamar de capixabas, os indígenas que habitavam na região, depois o nome passou a ser usado para denominar todos os moradores do Espírito Santo.

Os ''Canelas Verdes'' de Vila Velha:

Etimologia

No início da colonização capixaba surgiu o apelido canela-verde. A versão mais aceita é de que o apelido foi criado pelos índios para os primeiros colonizadores, porque existia uma grande quantidade de algas marinhas na costa capixaba que manchava as calças e a canela dos portugueses quando desembarcavam. Há quem diga também que o apelido pode ter origem pelo costume português de se usar meias longas verdes.

Personalidade

Os indígenas que habitavam o solo espírito-santense deram à história do Brasil o nome de Araribóia, figura marcante nos esforços de combate à invasão francesa no inicio da colonização brasileira. Araribóia - Cacique da tribo temiminó, que partiu de Vitória com 200, índios para ajudar a expulsar os franceses do Rio de Janeiro.

 HERÓI DE VÁRIAS BATALHAS

Bravo herói fundador de Carapina, Serra, ES e Niterói no Rio de Janeiro

 

estátua do índio Araribóia - Niterói/RJ- Foto tirada por Mirian Fichtner/Época

  Em 1560, a expedição de Mem de Sá foi combater os franceses no Rio de Janeiro. Levava Maracajaguaçu e Araribóia e outros Índios Flecheiros do Espírito Santo.

 No dia 15 de março de 1560, a expedição de Mem de Sá promove um ataque à Ilha Henri e consegue vencer, destruindo o Forte Coligny. Derrotados os franceses conseguiram escapar em grande número, refugiando-se no Continente.

O ataque a Ilha Henri está relatado em carta do padre Francês André Thevet na obra “La Cosmographie Universelle", editada em Paris, França, em 1575. Lá constam referências aos atos de bravura do Índio Fundador da Serra, Maracajaguaçu e de seu filho Araribóia.

 Mem de Sá volta a Salvador, na Bahia, em 3 de abril de 1560 e os franceses e Tamoios reagruparam-se e estabeleceram poderosas fortificações na Ilha da Carioca e na Ilha de Paranapuã.

ARARIBÓIA SALVA GOVERNADOR

Somente em 1567, com a derrota das forças Franco-tamoias, foram os franceses afastados da baía de Guanabara. Contudo os Tamoios continuaram com suas batalhas.

Araribóia está com o Governador da Capitania do Rio de Janeiro, Salvador Correia de Sá, quando ataca e extermina os franceses em Cabo Frio, tendo salvo a vida do Governador, que, na luta, ia morrendo afogado.

Araribóia tornou-se o primeiro Índio com serviços prestados à Coroa Portuguesa. Por ter salvado o Governador e ter praticado outros atos heróicos, foi agraciado pelo Rei de Portugal, Dom  Sebastião, com o título de capitão-mor, recebendo o hábito da Ordem de Cristo e a tença de doze mil réis anuais. Dom Sebastião honrou-o, ainda, com um traje completo de seu uso pessoal, numa demonstração de apreço, raras vezes concedida pelo Rei.Reconhecendo os portugueses a bravura do índio.

FUNDADOR DE CARAPINA

 

Escritor Áureo Ramos, residente na Ilha do Governador,  procedeu pesquisas sobre Maracajaguaçu e Araribóia, descobrindo os livros: “História da Ilha do Governador”, de  Cybelle M. Ipanema e “Araribóia, o Cobra das Tempestades”, de Luís Carlos Lessa, sendo que ambas publicações confirmam:

 1- Maracajaguaçu era pai de Araribóia e vivia na Ilha dos Maracajás de onde saiu para o Espírito Santo. Foi socorrido por Vasco Coutinho que lhe mandara quatro navios e artilharia. No Espírito Santo o  padre Braz Lourenço foi encarregado dos Temiminós. (Página 51 do Livro “História da Ilha do Governador.”)

2 - Araribóia foi o fundador da Aldeia de São João, em Carapina. Depois de fundar a Aldeia, foi guerrear no Rio pois os Temiminós tinham ódio dos Tamoios.

 (Fonte: http://www.clerioborges.com.br/temiminosarariboia.html)

CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA NA CIDADE SAÚDE-GUARAPARI

        Praia da areia preta
em Guarapari. foto do site;fomatur.com.br      
                      
                  

Gosto muito de Guarapari no estado do Espírito Santo, as areias monazíticas,com virtudes alegadamente terapêuticas em tratamento de doenças como artrite e reumatismo, a calma e a tranqüilidade desta cidade, somada ao povo hospitaleiro educado e alegre, fazem deste balneário capixaba um lugar muito agradável para quem quer recarregar as baterias de um corpo físico cansado e estressado pela labuta diária. 

Sempre que vou a Guarapari, faço questão de conversar com quem trabalha e vive neste lugar.  Como capixaba de Vila Velha que há 32 anos escolheu viver em uma cidade cercada por rios e florestas, respirando ar puro em Manaus/Amazonas, de vez em quando gosto de ir ao encontro do mar, seguindo o mesmo roteiro dos rios amazônicos que deságuam no mar e, vou ao encontro do mar em Guarapari no Espirito Santo.

Na última vez que tive a oportunidade de voltar as minhas origens, foi em outubro de 2010, onde tive a oportunidade não apenas de curtir as praias, mais conversar com os meus conterrâneos sobre a cidade. 

Fiz questão de andar a pé, passando várias vezes pela ponte que liga o Centro de Guarapari ao Bairro Muquiçaba, onde podemos contemplar as garças pescando com seus bicos os peixes.

 

No dia da eleição do segundo turno para presidente do Brasil, fui justificar a ausência do meu domicilio eleitoral, na igreja Nossa Senhora da Conceição e, conversando com  moradores de Guarapari, fiquei impressionado com a consciência ecológica de um pescador, que me disse estar preocupado com a grande quantidade de lixo que havia sido jogado no canal de guarapari, no lugar onde morava e, que ele havia limpado o local sozinho, e que mesmo tendo solicitado providências, ninguém se interessou pelo assunto.

 

Ao contrario do que a classe política pensa, o debate ambiental terá que ser incluído na pauta de discussões de projetos e plataformas de governos.  A poluição atmosférica está causando grandes maléficos para a saúde gerada como conseqüências de projetos mal elaborados que sempre visavam só o lucro, sem a preocupação com o meio ambiente, mais ao que parece a população já se deu conta disso e movimentos populares organizados estão forçando um debate ambiental e a inclusão deste tema nas propostas de governos, dos pretensos candidatos a prefeitos dos municípios brasileiros.

 

HISTÓRIA DA CIDADE
A história conta que um missionário de Tenerife, a maior das Ilhas Canárias, província da Espanha, de nobres famílias da Península, Llarena, Loyola, Núñes e Anchieta e ainda soldado do grande santo Inácio de Loyola, arribou a estas terras brasileiras a 13 de julho de 1.553. Era o Apóstolo José de Anchieta. Depois de haver evangelizado em outros cantos deste País, veio para a Capitania do Espírito Santo ao lugar chamado Reritiba, hoje Anchieta (Padre Antônio Núñes).
No ano de 1.585, o Padre José de Anchieta fundou no alto da colina, uma capela que servia para residência dos padres em missão e catequese dos índios.A capela era dedicada a Sant'Ana ou Santa Maria.
Depois desta última redução, o Padre José de Anchieta deixou de ser Provincial e Diretor e, extenuado, recolheu-se a Reritiba, aonde veio a falecer a 09 de junho de 1.597.
Em 1.677, o donatário da capitania, Francisco Gil de Araújo, manda edificar na aldeia de Guaraparim uma igreja dedicada a Nossa Senhora da Conceição, por ser a padroeira da aldeia (hoje a ruína da igreja é patrimônio histórico).
Em primeiro de janeiro de 1.679, o Donatário Francisco Gil de Araújo eleva a Aldeia de Guaraparim à categoria de "Vila" e sua instalação sai em primeiro de março daquele ano.
A comarca de Guarapari foi criada pela Lei Provincial de 1.835, compreendendo a mesma o Rio Itapemirim, Beneventes e Guarapary.
Em 24 de dezembro de 1.878 Guarapari passou de vila a município, mas durante alguns anos ainda pertenceu à cidade de Anchieta.
O serviço telegráfico foi inaugurado em 1.888.
A Lei Estadual de 19 de setembro de 1.891, sancionada pelo Juiz de Direito e Presidente da Província, Coronel Manoel da Silva Mafra, deu a Guarapari foros de cidade.
Finalmente, em 29 de fevereiro de 1948, Guarapari teve sua Câmara instaurada.
A lei nº 779, de dezembro de 1.953, fixa em três os distritos que compõe o município: GUARAPARI-SEDE, TODOS OS SANTOS, RIO CALÇADO
O crescimento de Guarapari, no decorrer de sua história, foi realmente muito lento. Na década de 30 as casas não passavam de 250 unidades e, somente na década de 40 é que foi registrada a construção da primeira casa de veraneio. Até 1.952 Guarapari era lugar de difícil acesso, pois a travessia do canal ainda era feita através de balsa. Naquele ano foi construída a primeira ponte de madeira ligando o município aos acessos já disponíveis. Mas foi na década de 60 que Guarapari apareceu para o mundo turisticamente. Divulgada para os quatro cantos do mundo pelo Dr. Silva Mello, a cidade das areias monazíticas medicinais passou a ser referência mundial para o turismo saúde. Daí o título de 'Cidade Saúde'.

 Origem do nome
Foi em 1.569, quando o Padre José de Anchieta percorria as terras do Espírito Santo como visitador dos jesuítas, encarregado de estabelecer novas aldeias para catequese dos índios Goitacazes, Purus Tupiniquins e Aimorés, sendo uma delas a de GUARAPARI, que determinou o nascer desta povoação. Mas só em 1.585, portando 16 anos depois, é que o Padre José de Anchieta fundou a quarta e última aldeia em terras espírito-santenses, que recebeu os seguintes nomes: ALDEIA DO RIO VERDE OU DE SANTA MARIA DE GUARAPARIM, VILA DOS JESUÍTAS, GUARAPARIM, GUARAPARI.
Guarapari - Vocábulo de origem indígena, derivado de:
Guará - Garça ave (ibis rubra - nasce branca, torna-se cinza, volta embranquecer, e por fim, a sua coloração é vermelho-carmesim).
Pari ou Parim - Pesqueiro, lugar cercado para apanhar peixe, curral.
Obs.: Para Saint Hilaire, em 1818 e Dameon, em 1879, Pári significava 'laço' ou 'armadilha'. Para o Padre Jacomé Monteiro, em 1610 dizia que Parim significa 'manca'.  Fonte;  http://www.feriasbr.com.br/viagem/ferias/cidade/guarapari-ES/3141/index.html

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É publicitário, ex-assessor do Gabinete do Governador do Estado do Amazonas, foi Diretor do Jornal "O Solimões" e escritor, autor do livro "O Brasil em Preto e Branco", o qual faz parte do acervo bibliográfico do "The LibraryOf Congress Office" - A Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. Escreve desde 1983 para vários jornais. Email para para contato: isaiasribeirojs@bol.com.br
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